quinta-feira, 15 de abril de 2010

A gente se entende!



Sandra Mara diz:
como esta o coração?
       '-'            C    ellii diz:
ta ótimo ;D batendo batendo
hauaha
e o teu?
Sandra Mara diz:
também bate bem
       '-'            C    ellii diz:
ainda bem né, senão estaríamos mortas auahauaha
Sandra Mara diz:
hahahahaha



Eu te amo Mãezinha!





Meus atos contraditórios

Gosto do que começa com fé, de pequenas coragens e do verbo seguir. Sabe aquela coisa, como se chama mesmo – esperança, isso, essa mesmo. Ter fé e ver coragem no amor, já dizia Rodrigo Amarante. Gosto disso tudo, mais só gosto por que em quesito prática sou literalmente do avesso. Controversa, talvez seja a palavra que me define no momento. Gosto de tudo, mais não faço nada. Não gosto de algumas coisas, e por vez, faço. Será confronto meu - mais com o quê? Com a vida! Justamente eu, que lutei tanto por ela. É chamamos isso de... De ... Insatisfação? Talvez! O fato é que basicamente uma lagoa não me contenta, essa tranqüilidade, calmaria, essa morgação. Contenta-me em certos momentos, mais preciso de mar agitado, rio transbordando. Preciso de ferozidade, enfrentar correntezas e sofrer naufrágios pra logo voltar a navegar, com sensação de problema mal resolvido, e amanhã tem mais. Essa é a vida que eu preciso. Eu consigo manter contato com poucas pessoas, meus únicos motivos de sorrir e pensar, digamos, e nelas me conforto e conforto todos os dias, tentando fazer meu papel de travesseiro e caixinha onde são depositadas segredos. Procuro ser forte e acabo que absorvendo toda negatividade que há nos outros, tendo as mesmas sensações, emoções seja elas de alegria ou sofrimento. Dizem que amigos são pra isso, pra todos os momentos, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, em todos os momentos da sua vida – (ah não, isso se promete diante de Deus, no matrimônio o dia mais importante da sua vida e bla bla bla). Se é tão importante, por que dura tão pouco tempo, se é prometido não deveria ser cumprido, palavras e atos são contraditórios, ser humanos são contraditórios. Deve ser por que a vida é isso, vivemos em uma montanha russa, uma hora feliz, outra hora triste. E quando se vive desacorçoado o tempo inteiro, fingindo felicidade onde realmente não existe? Ai isso, chamamos de caso grave estável, mais adrenalina aqui, por favor!

Porém diante de tantos “acho e não acho” no final o que realmente me faz feliz, é um dia nublado, casa fechada, frio, chuva fina, silêncio, reflexão, e ponderação. E dessa vez, alguém que eu possa chamar de travesseiro. Pronto, estou renovada!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Boa noite, bons sonhos!


Não se vá, não fica tão longe. Fica onde meus olhos possam te ver a onde eu possa sentir tua presença e que daqui mesmo eu possa te cuidar. Ouça a canção que te faz lembrar de mim, isso me fará arrepiar, me fará sorrir, me fará manter a sintonia e afinidade com você! Procure-me nos sonhos, eu estarei lá com o mesmo sorriso e com a mesma alma de sempre, a alma que te conforta agora apenas nos sonhos. É lá que te encontro, e mato as saudades. Às vezes, chega a ser tão real que parece ser sonho. Costumo não sonhar mais, aqueles sonhos que me fazem acordar lembrando o que sonhei, já não têm com tanta freqüência. Mais os que têm, são com você e são os mais reais, os mais lindos e sinceros, porém apavorantes, enlouquentes, frustrantes ao mesmo tempo. Pois me fazem voltar, me fazem pirar, me faz permanecer dentro daquilo, mesmo estando acordada. Contentaria-me em ser desmemoriada em momentos assim, ou ao menos manter controle sobre meus proprios sentimentos e pensamentos. Ironicamente é patético, meu coração acha que é auto-suficiente! Ou serei eu mesma?

OS: Bons sonhos!

domingo, 11 de abril de 2010

Nostalgias enterradas!


Quem é visto é lembrado! E eu vi! Minha respiração de imediato se ofegou, pernas trêmulas, borboletas no estomago. Pensamentos perdidos na intensidade e agilidez do tempo, cinco segundos, foram tudo o que vi. Tudo rodou tudo parou, coração disparou. Finalmente sentei, enfim respirei. Suspiro profundo aliviado angustiado. Senti então corpo, mente, alma encharcada, chuva fria e misturada ao vento – igual à cicatriz exposta! Coração dolorido, todo esforço banido – o que faz as lembranças aqui, por que agora? Malditas boas lembranças, bendita nostalgia. Enquanto olhava o céu puramente nublado, a meu ver – o céu mais lindo que já vi tons de cinzas, brancos e pretos, misturando-se a mim. Tão mais lindo assim, sem cor. E não é preciso de cor pra se fazer presente, prefiro assim. Quanto menos cor, menos pessoas, menos barulho, menos conversa, menos lembranças. Caindo do céu, hesitei (...) por um instante, senti o que nunca tinha sentido antes, desejei que tudo fosse apagado da memória e por fim enterradas. Exatamente todas as lembranças que me ficaram, as más e boas - lembranças não curam cicatrizes. Agora eu sei! Por favor, mais uma dose de morfina ao coração e relaxa – amanhã tem mais!

Encontros esperados inesperados!


Sintonia. Conexão. Afinidade. Geralmente em uma palavra, num pensamento parecido, no balançar de um abraço, olhares, sorrisos e até mesmo na louca saudade sentida do que não existe. Poucas pessoas tem o dom disso. “Abraçar e sentir tudo parar. Sensação de paz, de entrar em contato com o bem. Previsível – Imprevisível. Vários olhares, expressões não definidas e dessa vez, minha tentativa de desvendar falhou. Encontro simples, rápido e poderoso. Encontro esperado inesperado, encontro mais que esperado. O coração agradece!”

PS: Enquanto estivermos em sintonia, seremos sempre...



Obs: Já estava em desespero sem postar nada aqui, e com muita vontade de escrever. Enquanto fiquei sem computador, meus dedos ágeis no teclado se puseram firmes no papel. Nos últimos dias tive pensamentos e inspirações, das quais eu necessitava me livrar, livrar aqui em forma de texto. Enfim, voltei - Desculpa o atraso, prometo não ficar mais tanto tempo afastada desse mundinho! :)

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Sentir medo ... e amar!

É exatamente o que eu penso. Essa contradição das coisas que penso e do que sinto. Quando temos medo vemos defeitos em tudo o que conquistamos. Talvez por que ainda não queremos assumi-las. Procuramos passado, procuramos defeitos, procuramos desculpas pra não nos aproximar de alguém, talvez por medo, talvez insegurança, ou ate mesmo por feridas não-cicatrizadas! Às pessoas tem segredos, as pessoas em si são um segredo, que aos poucos com carinho, amizade e compreensão, passamos a desvendá-las - ou não, por que necessariamente não é preciso conhecer a fundo o passado de alguém, possivelmente encontraremos algo que não nos agrade ou que nos decepcionará. Quando se á paixão, até mesmo o amor, de certa maneira nos mantemos cegos pra passado, defeitos, e agimos com um único propósito, agradar, fazer bem e feliz quem esta ao nosso lado. E esta pessoa, passa a ser perfeita pra gente, e os defeitos tornam-se invisíveis aos olhos de quem ama, e não procuramos nada a não ser fazer feliz quem amamos! Nos últimos meses, eu procurei afastar quem de mim se aproximava, achava meios de dizer não ou de sumir. Mais a realidade é que eu estava fugindo de mim mesma, fugindo do que realmente eu sou. Não sou essa pessoa amarga, confusa e angustiada. Pode parecer que não, por que estou sempre sorrindo, mais o meu sorriso de hoje, já não me é o mesmo sorriso de antes. Então, minha amargura se torna invisível aos olhos de quem me vê, minha face torna a fingir felicidade, enquanto minha alma pede ajuda. Porém, hoje estou melhor que ontem e penso sim que o sorriso é sempre o mesmo, o meu sorriso vai ser sempre igual. Sou contraditória sim, mais é por puro de medo de assumir desafios. Então, deixa sentir, permita-se se apaixonar sem a nada esperar – a vida é agora e não depois!

“Não há nada a ser esperado nem desesperado.” (Caio F. Abreu)

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Feridas puras!


E o que ficou daquilo tudo. Daquilo que acreditei ser inderrotável, que fazia jus aos meus sorrisos. O que era pra sempre, pra sempre se perdeu. Se perdeu entre os dias, dias supostamente desgastados, dias cansados. E o que ficou, ferida não cicatrizada que lateja louca em tempos chuvosos, ou até mesmo ensolarados, tanto faz as previsões do tempo não me ajudam mais. Não é preciso prever que amor deixa dor no final. Se faz querer ser forte, ser justa e previsível, mais o corpo é imprevisível, enfraquece encolhendo-se, procurando por abrigo longe do desespero. A procura é insana, não se abriga dor, nem se foge dela. Ela continuará atormentar, e se manifestará em momentos propícios - chuva, sol, outono, inverno, verão, ao fim de tarde, as boas vindas à lua, na melodia da canção, a união dos corpos, e no desejo provado com tanto fervor. Agonia, dor e solidão, tomam lugar do sangue nas veias. Percorrendo o corpo inteiro, com um único destino, um lugar pra se hospedar. Bem ali, no coração! Um coração limpo e esperançoso, cheio de paz e bem querer. Então diante de impurezas e feridas abertas, somos obrigados a nos adaptar, a fim de amenizar a dor. Mas, uma vez ferida feita, coração sempre dolorido ficará. Ainda que o tempo passe, e as feridas cicatrizassem sozinhas, elas fazem questão de doer. E o que nos resta, fazer-se adeptos a dor, procurando manter o equilíbrio entre mente e coração, a fim de apaziguar a guerra entre, passado e presente